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Este é o meu mini

 

 CURRICULUM VITAE 

Mestre Europeu em Criatividade & Inovação pela UFP/Portugal.

Especialista em Gestão de Políticas Públicas pela EACH/USP.

Especialista em Gestão de Pessoas e Marketing pela FECEA/PR.

 

Bacharel em Administração de Empresas pela FECEA/PR. 

Experiência de 18 anos em Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas.

Atuação como Palestrante, Professor e Facilitador nos seguintes assuntos:

 

  • Criatividade & Inovação.

  • Gestão de Pessoas.

  • Comunicação Eficaz.

  • Gestão do Tempo.

  • Oratória.

  • Gestão da 1ª Pessoa.

  • Produtividade & Proatividade.

Campeão paranaense de Oratória pela Câmara Júnior do Paraná em 2000.

Vice-Campeão brasileiro de Oratória pela Câmara Júnior do Brasil em 2000.

Mas meu

 CURRICULUM MORTIS 

é mais legal

 

Ajudei Hare Krishnas a venderem Bhagavad Gita em uma praça.

Atropelei um velhinho de 84 anos às sete horas da manhã na praça central da minha cidade natal (ele sobreviveu).

Atropelei um cavalo na estrada às quatro horas da madrugada (ele sobreviveu).

Carreguei cofres quando trabalhei como carregador de móveis e retiramos a mobília de vários membros da House of Commons em Londres.

Desisti de ser jogador de basquete após uma semana de pré-contrato com um time de Araraquara. 

Desisti no final do primeiro ano do curso universitário de Desenho Industrial - Comunicação Visual pela UNESP.

Fiz um gol aos treze segundos de jogo e ganhei uma medalha por isso.

Fui duas vezes para Machu Pichu e andei no trem da morte, que descarilhou.

Fui jurado de morte duas vezes por uma arquibancada inteira de torcedores do time adversário.

Fui vocalista de uma banda em um festival de música e foi um fracasso total.

Fumei Gudang Garam de cravo.

 

Já fui vaiado.

Lavei pratos por quatro meses em um restaurante dentro do Banco UBS Warburg em Liverpool Street.

Matei um pintinho sem querer e uma cobra-cega por querer.

Montei uma tirolesa e ao descer com um cabo de machado, fritei minha mão na corda de sisal.

Morei em pensão e a dona servia bolachas vencidas para a gente comer.

Peguei o carro de meu pai escondido e bati dando ré em um caminhão estacionado.

Quase fui preso por ser confundido com um terrorista. Eu só estava tirando fotos da Usina desativada de Bathersea (aquela que aparece no disco Animals do Pink Floyd). A polícia só me liberou depois que eu disse o nome dos integrantes da banda e cantássemos juntos uma parte de Confortably Numb.

Quebrei a perna de um jogador adversário, a mão de um goleiro e dois pés, sendo que um foi em um jogo de basquete.

Tomei banho dentro do chafariz de Trafalgar Square quando o Brasil foi Pentacampeão. Sai no Fantástico por isso.

Tomei tequila na garrafa, mastiguei e comi o verme que tinha dentro.

Trabalhei como lixeiro e recolhia lixos reciclável na casa da Rainha-Mãe (mãe da Rainha Elisabeth).

Trabalhei como gari por dois dias, varrendo a calçada do Parlamento Britânico um dia depois do atentado de 11 de setembro de 2001.

Um cachorro fila me mordeu na batata da perna e outro me deu um carreirão (odeio filas).

Um marimbondo-cavalo me mordeu no queixo e fiquei uma semana parecendo o Dick Vigarista.

Usei uma caixa de geladeira para acampar em um sítio.

Varri e encerei a sala que tinha um quadro inacabado de Michelangelo e retirei centenas de chicletes grudados debaixo dos bancos da National Gallery em Londres.

Vendi geladinhos na rua e foi o meu primeiro negócio fracassado.

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